As teorias que buscam determinar a não centralidade do trabalho na contemporaneidade apresentam como justificativas as mudanças ocasionadas pela reestruturação produtiva e pelo desenvolvimento tecnológico, que passam a configurar uma nova relação entre o trabalho e as outras práxis subsumidas à lógica do capital. Essas teorias consideram ainda como justificativa a desmobilização dos movimentos sociais e o crescimento do setor de serviços. As tentativas de substituir o trabalho como categoria fundante da sociedade têm como referência as novas formas de sociabilidade, que surgem nas últimas décadas com a metamorfose