No final da década de 1920, um grupo de historiadores franceses, com destaque para Lucien Febvre e Marc Bloch, deu início a um movimento de renovação da historiografia, sendo a criação da revista Annales, em 1929, a materialização de uma nova corrente historiográfica, a Escola dos Annales.
Há uma ampliação dos limites da História proposta pela Escola dos Annales, que abrange aspectos da vida social – como civilização material, poder e mentalidades –, com destaque dado aos aspectos socias e coletivos.
(Flávio Berutti e Adhemar Marques, Ensinar e aprender história.
Belo Horizonte: RHJ, 2009, p. 43. Texto adaptado)
Como decorrência dessa “ampliação dos limites da História”,