Foram encontradas 60 questões.
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: VUNESP
Orgão: ALESP
A legislação brasileira referente ao patrimônio histórico e artístico prevê que
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No que concerne à organização de documentos de arquivo, é correto afirmar que
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Assinale a alternativa correta.
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[Mas] não basta constatar o embuste. É preciso também descobrir seus motivos. Mesmo que, a princípio, para melhor rastreá-lo. Enquanto subsistir uma dúvida sobre as suas origens, ele permanecerá em si mesmo algo rebelde à análise; por conseguinte, de apenas até semicomprovado. Acima de tudo, uma mentira enquanto tal é, a seu modo, um testemunho. Provar, sem mais, que o célebre diploma de Carlos Magno para a igreja de Aix-la-Chapelle não é autêntico é poupar-se de um erro; não é adquirir um conhecimento. Conseguiremos, em contrapartida, determinar que a falsificação foi composta pelos círculos de Frederico Barba-Ruiva? Que iria, por todos os motivos, servir aos grandes sonhos imperiais? Eis portanto a crítica levada a buscar, por traz da impostura, o impostor; ou seja, conforme à própria divisa da história, o homem.
(Marc Bloch, Apologia da história, ou, O ofício do historiador.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2001, p. 98)
É correto afirmar que, para Marc Bloch,
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[…] num artigo publicado em 1958, chamou a atenção para a importância das diferentes temporalidades na análise histórica. […] dividiu o tempo em três grandes categorias: o tempo curto, dos eventos; o tempo médio, das conjunturas; e o tempo longo, das grandes estruturas. A proposta de interpretação […] mostra como tempo histórico, diferente do tempo do calendário, não é linear: em toda análise histórica convivem durações, interrupções, dinâmicas próprias.
(Marieta de Moraes Ferreira e Renato Franco, Aprendendo história:
reflexão e ensino. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2013, p. 90)
O excerto apresenta o historiador
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Raymundo Faoro […] partilhava da preocupação de contribuir para uma compreensão histórica mais aprofundada das causas do vigoroso conservadorismo que tem caracterizado o exercício do poder ao longo das mudanças que têm ocorrido na nossa sociedade.
(Leandro Konder, História dos intelectuais nos Anos 50.
In: Marcos Cezar de Freitas (org.), Historiografia brasileira
em perspectiva. São Paulo: Contexto, 1998, p. 374)
Na sua obra Os donos do poder, publicada em 1958, Faoro
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Nos anos 1970, a história acadêmica entrou no campo dos estudos operários que até então estava limitado à sociologia e em menor grau à ciência política. Para isso, tiveram contribuições decisivas os trabalhos desenvolvidos pelos acadêmicos americanos especializados no Brasil, conhecidos como “brasilianistas”.
[…]
Ainda na primeira metade dos anos 70, o diagnóstico feito por alguns brasilianistas sobre a situação da produção dos estudos relacionados à classe operária no Brasil, era pouco lisonjeiro, porém exato:
O início da classe operária brasileira e do movimento operário foi raramente estudado por acadêmicos e, com a exceção em parte do trabalho de Azis Simão, a literatura existente não foi baseada na pesquisa de jornais do movimento e de publicações do período. (Gordon, Hall e Spalding)
(Claudio H. M. Batalha, A historiografia da classe operária
no Brasil: trajetórias e tendências. In: Marcos Cezar de Freitas (org.),
Historiografia brasileira em perspectiva. São Paulo:
Contexto, 1998, p. 150-1)
O interesse tardio dos historiadores brasileiros pelos estudos que tratam do operariado, entre outros fatores, tem relação com
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Representando o auge do apresamento de cativo guarani, o surto bandeirante de 1620-41 relaciona-se muito mais ao desenvolvimento da economia do planalto do que – como a maioria dos historiadores paulistas tem colocado – à demanda por escravos no litoral açucareiro.
(John Manuel Monteiro, Negros da terra:
índios e bandeirantes nas origens de São Paulo. São Paulo:
Companhia das Letras, 1994, p. 76)
A partir do excerto, é correto considerar que
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Segundo a historiografia, de 1822 a 1865, a sua população era formada por poucos milhares de afro-americanos, sendo que, aproximadamente, 400 deles eram afroantilhanos de Barbados que se fixaram em um pequeno centro interiorano, cerca de 200 quilômetros da capital. Havia ainda por volta de 5 mil escravos recapturados, na sua maior parte originários do Congo. Em resumo, o que dava o tom era o fato de ter sido iniciada “uma sociedade de colonização americana” que contava com grande número de imigrantes “forçados e espontâneos”. Em 1847, tornou-se independente da American Colonization Society. Quanto à estrutura política, firmava-se francamente inspirada nas instituições norte-americanas.
(Leila Leite Hernadez, A África na sala de aula: visita à história
contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2008, p. 323. Texto adaptado)
O excerto trata
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Em meados de 1793, a situação da França era gravíssima: 60 dos 80 departamentos franceses estavam nas mãos da contrarrevolução, além da especulação, da inflação, da carestia que assolavam o país.
(Modesto Florenzano, As revoluções burguesas.
São Paulo: Brasilense, 1983, p. 56-57. Texto adaptado)
Em parte, superar a crise foi possível com
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