Nos últimos anos, escolas de arte e coletivos culturais têm repensado a prática do desenho de modelo vivo,
ampliando a discussão sobre quem pode ser representado e de que maneira. Iniciativas contemporâneas
passaram a incluir corpos diversos — de diferentes idades, etnias, gêneros, biotipos e condições físicas —
problematizando padrões hegemônicos de beleza e ampliando a noção de representação no ensino artístico.
Essas práticas atualizam uma tradição histórica da arte, ao mesmo tempo em que dialogam com debates sobre
corpo e identidade. Nesse sentido, no contexto pedagógico das artes visuais, uma das contribuições centrais
do desenho de modelo vivo na atualidade, é