Para Helena Katz, “não existe dança que não seja construída”. A partir de uma perspectiva semiótica, a autora defende que:
a dança resulta de um processo de comunicação no qual é o pensamento do corpo.
há uma dança natural embutida em cada um de nós e assim todos podem dançar.
deve-se resgatar a dança original, libertando o corpo da ação limitadora da consciência.
a dança prescinde de técnica, pois nasce dos movimentos involuntários.
a dança é a pura expressão das emoções, logo o choro do bebê já é uma dança.
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