Ao discorrerem sobre uma pedagogia dos multiletramentos, Rojo e Moura (2012) defendem
propostas curriculares que limitem a expansão de tecnologia nas escolas, uma vez que ela tem desestimulado e prejudicado a aprendizagem dos alunos.
novas tecnologias da informação que tornem possível aos alunos aprenderem o que querem, quando querem, da forma como querem, sem as escolas.
concepções de ensino que privilegiem os recursos tecnológicos atuais, com a substituição das aulas presenciais por plataformas de ensino a distância.
letramentos críticos que permitam a apreciação de produtos locais e globais, visando-se transformar o consumidor acrítico em analista crítico.
hábitos institucionais de ensinar e aprender que disciplinem a rotina escolar dos alunos, evitando o internetês e coibindo o uso de celular em sala de aula.
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