Foram encontradas 40 questões.
Leia o texto para responder às questões de números 39 e 40.
... Contemplava extasiada o céu cor de anil. E eu fiquei compreendendo que eu adoro o meu Brasil. O meu olhar posou nos arvoredos que existe no inicio da rua Pedro Vicente. As folhas movia-se. Pensei: elas estão aplaudindo este meu gesto de amor a minha Patria. (...) Toquei o carrinho e fui buscar mais papéis. A Vera ia sorrindo. E eu pensei no Casemiro de Abreu, que disse: “Ri criança. A vida é bela”. Só se a vida era boa naquele tempo. Porque agora a epoca esta apropriada para dizer: “Chora criança. A vida é amarga”.
... Eu ando tão preocupada que ainda não contemplei os jardins da cidade. É epoca das flores brancas, a cor que predomina. E o mês de Maria e os altares deve estar adornados com flores brancas. Devemos agradecer Deus, ou a Natureza que nos deu as estrelas para adornar o céu, e as flores para adornar os prados e as varzeas e os bosques.
(Carolina Maria de Jesus, Quarto de despejo: diário de uma favelada, 2014)
No processo de aprendizagem de língua materna, um aluno identifica um período composto com duas orações com predicado verbal em:
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Leia o texto para responder às questões de números 39 e 40.
... Contemplava extasiada o céu cor de anil. E eu fiquei compreendendo que eu adoro o meu Brasil. O meu olhar posou nos arvoredos que existe no inicio da rua Pedro Vicente. As folhas movia-se. Pensei: elas estão aplaudindo este meu gesto de amor a minha Patria. (...) Toquei o carrinho e fui buscar mais papéis. A Vera ia sorrindo. E eu pensei no Casemiro de Abreu, que disse: “Ri criança. A vida é bela”. Só se a vida era boa naquele tempo. Porque agora a epoca esta apropriada para dizer: “Chora criança. A vida é amarga”.
... Eu ando tão preocupada que ainda não contemplei os jardins da cidade. É epoca das flores brancas, a cor que predomina. E o mês de Maria e os altares deve estar adornados com flores brancas. Devemos agradecer Deus, ou a Natureza que nos deu as estrelas para adornar o céu, e as flores para adornar os prados e as varzeas e os bosques.
(Carolina Maria de Jesus, Quarto de despejo: diário de uma favelada, 2014)
Na perspectiva das orientações da BNCC, o texto de Carolina Maria de Jesus permite o trabalho em sala de aula com
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Irandé Antunes defende que a escrita seja desenvolvida
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Conteúdo temático, plano composicional e estilo são elementos definidores de
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Um aluno estava atrasado e mandou um recado a um colega de classe: “Avisa a profe que tô atrasado porque o busão quebrou.” Recorrendo ao conceito de gêneros discursivos de Bakhtin (1992), é correto afirmar que a comunicação do aluno se dá por meio de gênero
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De acordo com a Base Nacional Curricular Comum, cabe à escola o papel de formar o aluno como leitor de textos literários, “um sujeito que seja capaz de se implicar na leitura dos textos, de ‘desvendar’ suas múltiplas camadas de sentido, de responder às suas demandas e de firmar pactos de leitura.”, o que se garante com o desenvolvimento em sala de aula de habilidades que
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Considere a imagem para responder às questões de números 33 e 34.

(André Dahmer, Não há nada acontecendo. Folha de S.Paulo, 19.06.2023)
Com base em Rojo e Moura (2012), a tira é um texto multimodal porque
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Considere a imagem para responder às questões de números 33 e 34.

(André Dahmer, Não há nada acontecendo. Folha de S.Paulo, 19.06.2023)
Supondo-se que o personagem sobre o qual os dois amigos falam seja um estudante da educação básica, a habilidade da BNCC coerente com o sentido da tira é:
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- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoReorganização e Reescrita de Orações e Períodos
Leia o texto para responder às questões de números 28 a 32.
No início de junho, a psiquiatra e epidemiologista Cleusa Ferri, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), corria para concluir um extenso e importante relatório que apresentará em setembro ao Ministério da Saúde. Elaborado com a participação de especialistas em neurologia, geriatria e saúde mental, o documento reúne as estimativas mais recentes, calculadas pela primeira vez para todo o país, de um problema que nas próximas décadas deve atingir em cheio o sistema de saúde: o aumento dos casos de demência. Com o relatório, os especialistas esperam mobilizar o governo e contribuir para criar uma estratégia de ação nacional para lidar com o tema, algo recomendado desde 2015 pela Organização Pan-americana da Saúde (Opas).
Há pressa. Ao menos 1,76 milhão de brasileiros com mais de 60 anos vivem com alguma forma de demência, um conjunto de enfermidades sem cura que, por mecanismos diferentes, causam a perda progressiva das células cerebrais e levam à incapacitação e à morte. A maior parte dessas pessoas – uma fração ainda não bem conhecida que, segundo especialistas, pode superar 70% do total – nem sequer tem diagnóstico, o que as impede de receber tratamento adequado para ajudar a controlar as alterações de memória, raciocínio, humor e comportamento que surgem com a progressão da doença.
Ferri e a neuropsicóloga Laiss Bertola chegaram a essa estimativa de casos depois de aferir, por meio de testes neuropsicológicos e de competência funcional no dia a dia, a proporção de pessoas que tinham demência em um grupo de 5.249 indivíduos, uma amostra representativa da população brasileira com 60 anos ou mais. As pesquisadoras projetaram a proporção então obtida (5,8%) para o restante da população brasileira da mesma faixa etária medida pelo Censo demográfico de 2010, o último de abrangência nacional então disponível. O número foi, por fim, corrigido para refletir o aumento de idosos na população nos anos seguintes. Os dados foram originalmente publicados em 22 de janeiro em um artigo na revista científica Journal of Gerontology.
(Ricardo Zorzetto, “Ao menos 1,76 milhão de pessoas têm alguma forma de demência no Brasil”. Em: revistapesquisa.fapesp.br, julho de 2023)
Observe os enunciados:
• ... para ajudar a controlar as alterações de memória, raciocínio, humor e comportamento que surgem com a progressão da doença. (texto original)
• ... para ajudar a controlar as alterações de memória, raciocínio, humor e comportamento, que surgem com a progressão da doença. (texto reescrito)
A reescrita do texto original permite concluir que o sentido
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Leia o texto para responder às questões de números 28 a 32.
No início de junho, a psiquiatra e epidemiologista Cleusa Ferri, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), corria para concluir um extenso e importante relatório que apresentará em setembro ao Ministério da Saúde. Elaborado com a participação de especialistas em neurologia, geriatria e saúde mental, o documento reúne as estimativas mais recentes, calculadas pela primeira vez para todo o país, de um problema que nas próximas décadas deve atingir em cheio o sistema de saúde: o aumento dos casos de demência. Com o relatório, os especialistas esperam mobilizar o governo e contribuir para criar uma estratégia de ação nacional para lidar com o tema, algo recomendado desde 2015 pela Organização Pan-americana da Saúde (Opas).
Há pressa. Ao menos 1,76 milhão de brasileiros com mais de 60 anos vivem com alguma forma de demência, um conjunto de enfermidades sem cura que, por mecanismos diferentes, causam a perda progressiva das células cerebrais e levam à incapacitação e à morte. A maior parte dessas pessoas – uma fração ainda não bem conhecida que, segundo especialistas, pode superar 70% do total – nem sequer tem diagnóstico, o que as impede de receber tratamento adequado para ajudar a controlar as alterações de memória, raciocínio, humor e comportamento que surgem com a progressão da doença.
Ferri e a neuropsicóloga Laiss Bertola chegaram a essa estimativa de casos depois de aferir, por meio de testes neuropsicológicos e de competência funcional no dia a dia, a proporção de pessoas que tinham demência em um grupo de 5.249 indivíduos, uma amostra representativa da população brasileira com 60 anos ou mais. As pesquisadoras projetaram a proporção então obtida (5,8%) para o restante da população brasileira da mesma faixa etária medida pelo Censo demográfico de 2010, o último de abrangência nacional então disponível. O número foi, por fim, corrigido para refletir o aumento de idosos na população nos anos seguintes. Os dados foram originalmente publicados em 22 de janeiro em um artigo na revista científica Journal of Gerontology.
(Ricardo Zorzetto, “Ao menos 1,76 milhão de pessoas têm alguma forma de demência no Brasil”. Em: revistapesquisa.fapesp.br, julho de 2023)
Na passagem do 2º parágrafo – ... o que as impede de receber tratamento adequado... –, o termo destacado corresponde ao que Koch e Elias (2011) denominam de
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