As leis estabelecem os parâmetros, mas a ação cotidiana se dá a partir das atitudes, das relações, do convívio, da diversidade, não bastando que haja regulamentação ou uma lista de atribuições para que o trabalho seja efetivo ou tenha um resultado positivo. Neste sentido, Freitas (2001, p. 203-204) faz refletir sobre a atuação de educador necessária ao supervisor que deseja romper com o paradigma tradicional. Esta concepção de supervisor- educador, ao comprometer-se com a democratização da escola, opõe-se às características restritivas da supervisão tradicional, propondo que se supere:
I. O posicionamento crítico pela neutralidade.
II. O controle pelo comprometimento.
III. As relações hierárquicas pela responsabilidade partilhada.
IV. A solidariedade pelo individualismo.
V. A reflexão coletiva pela separação do fazer e do pensar.
VI. A ajuda pela problematização.
VII. A criação pela receita.
II. O controle pelo comprometimento.
III. As relações hierárquicas pela responsabilidade partilhada.
IV. A solidariedade pelo individualismo.
V. A reflexão coletiva pela separação do fazer e do pensar.
VI. A ajuda pela problematização.
VII. A criação pela receita.
Estão corretas apenas as alternativas