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Foram encontradas 50 questões.

1311713 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
“Essa tendência é resultado da insatisfação de muitos educadores que, a partir da década de 1960, manifestam suas preocupações em relação ao rumo tomado pela educação. Suas discussões e questionamentos colocam ênfase na escola pública, no que diz respeito à real contribuição desta para a sociedade.”
(SCHRAMM, 2007.)
Trata-se da tendência pedagógica:
 

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A ética das máquinas
[...] Imagine uma situação na qual uma máquina identifica o rosto de um terrorista internacional tentando embarcar em um voo no aeroporto de Tel Aviv. Imediatamente, um alarme soa e os embarques são suspensos. Todos os voos são, automaticamente, cancelados. Em poucos minutos, a notícia já percorre milhões de tablets e se espalha pelo mundo. O preço do barril de petróleo triplica e nas bolsas de valores há uma corrida pelas ações das empresas petrolíferas. Essa manobra faz com que o preço de outras ações desabe. A queda no valor das ações leva a uma corrida para o dólar e, em poucas horas, ele se valoriza mais de 15%. Contratos de importação e exportação são suspensos...
Essa cadeia inusitada de acontecimentos pode levar ao caos. Mas, o que significa um dia caótico na economia mundial diante da possibilidade de um ataque terrorista que poderia dizimar centenas de vidas? Os agentes da polícia portuária poderiam não ter identificado o rosto do terrorista e, nesse caso, a tragédia seria inevitável. No entanto, não é possível descartar a hipótese de que a máquina poderia ter identificado incorretamente um rosto e que, se ela não tivesse autonomia para suspender embarques e voos, um dia de caos na economia mundial poderia ter sido evitado. O que seria melhor? Tudo depende dos riscos que estamos dispostos a correr.
As máquinas estão se tornando cada vez mais autônomas. Máquinas autônomas não podem ser desligadas. Cada vez mais delegamos a elas decisões diante de situações imprevistas. Se o rosto do terrorista é identificado, o alarme soa e os embarques são automaticamente cancelados, independentemente da vontade de qualquer funcionário do aeroporto. Máquinas autônomas podem, também, alterar sua própria programação a partir de sua interação com o ambiente e, por isso, não temos controle pleno sobre elas.
Em geral, delegamos autonomia para máquinas quando, em algumas tarefas, sua performance é melhor do que a de um ser humano. Cálculos de engenharia, folhas de pagamento de grandes instituições são casos típicos nos quais a performance das máquinas ultrapassa o raciocínio e a memória humana. Em pouco tempo a identificação instantânea de rostos também integrará essa lista. [...]
Máquinas superinteligentes ainda são um sonho distante, mas não impossível. Não podemos, tampouco, descartar a possibilidade de elas serem produzidas acidentalmente. [...]
Como uma máquina autônoma não pode ser desligada, ficaríamos à mercê de seus caprichos, que poderia incluir a destruição completa da raça humana. [...]
O físico Stephen Hawking sugere que, diante desse risco, as pesquisas em inteligência artificial deveriam ser interrompidas. O filósofo Nick Bostrom, da Universidade de Oxford, defende que o aumento da inteligência se refletirá em um aprimoramento ético. Daniel Dennett, um dos pioneiros da Filosofia da Mente, afirma que a superinteligência não passa de uma lenda urbana que se baseia em atribuir às máquinas podres que elas nunca terão.
Temos de aguardar, com os dedos cruzados, os próximos capítulos da história da tecnologia. E torcer para que das inteligências sem consciência possa emergir algo mais do apenas eficiência cega, a competência sem compreensão.
(TEIXEIRA, João. Filosofia, Ciência e Vida. nº 121. Adaptado.)
Dentre os processos de construção linguística estão a coordenação e subordinação de palavras ou orações. Considerando a funcionalidade das orações no período “Em poucos minutos, a notícia já percorre milhões de tablets e se espalha pelo mundo.” pode-se dizer que é constituído por:
 

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1298851 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
A ação do orientador educacional se faz necessária na medida em que ele trabalha como mediador e articulador entre os alunos e os professores, procurando atuar em campos específicos, a saber:
I. Reflexão/pensamento: ajuda o aluno a pensar, a refletir sobre todo e qualquer assunto por meio de técnicas específicas que promovem essa categoria.
II. Argumentação: oferece a possibilidade para que o aluno fale, ou seja, argumente sobre sua fala no sentido mais causal do que pontual.
III. Relação: proporciona a vivência do sujeito em suas relações, com maior ênfase na relação intrapessoal do que na interpessoal.
IV. Criatividade: estimula, incentiva e propicia condições para os alunos criarem, fornecendo meios para vencer desafios e para a conquista de seus objetivos e ideais.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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A escola, segundo a LDB, tem como função social formar o cidadão e, desse modo, garantir as finalidades registradas no Artigo 22: “a educação básica tem por finalidade desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhes meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores”. Com essa abordagem constata-se a necessidade da escola se organizar para
 

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1297254 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Leia as afirmativas correlatadas.
I. “O líder em educação lidera líderes em potencial” (FREITAS et al., 2003, p. 16). Remetendo esta ideia à função do supervisor escolar, conclui-se que ele lidera líderes, pois, professores, frente a seus alunos, é uma referência e ocupam este lugar.”
PORTANTO
II. “A ação pedagógica não se resume a ações docentes, de modo que, se todo trabalho docente é trabalho pedagógico, nem todo trabalho pedagógico é trabalho docente.”
Assinale a alternativa correta.
 

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1296969 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Leia o fragmento a seguir para responder à questão.
“Jean Piaget (1886-1986) nasceu na Suíça, tendo se graduado e doutorado (1918) em biologia pela Universidade de Neuchâtel, sua cidade natal. Iniciou suas pesquisas em psicologia, em 1919, em Zurich e Paris. O foco do seu trabalho era a natureza do conhecimento humano. (...) elaborou uma teoria da ‘inteligência sensório-motriz’ que descrevia o desenvolvimento espontâneo de uma inteligência prática. Em 1955, criou o Centro Internacional de Epistemologia Genética (...) o modelo piagetiano prima pelo rigor científico de sua produção, ampla e consistente ao longo de 70 anos, que trouxe contribuições práticas importantes, principalmente ao campo da educação, muito embora, curiosamente, a intenção de Piaget não tenha propriamente incluído a ideia de formular uma teoria específica de aprendizagem.”
(Seis Estudos de Psicologia. Piaget, 2006.)
“O processo pelo qual as estruturas mudam de um estado a outro” é um dos princípios fundamentais da teoria de Piaget. Trata-se de:
 

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Escola é um direito do cidadão, deve ser um espaço de produção e recriação do conhecimento, socialização do saber e de ampliação das relações sociais. Portanto, espaço de inclusão social. Entretanto, hoje a escola se constitui em espaço de exclusão social, produtora de evasão escolar. A este respeito, é INCORRETO afirmar que a efetivação do Estatuto da Criança e do Adolescente
 

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Piaget sustenta que o conhecimento não procede nem da experiência única dos objetos nem de uma programação inata pré-formada no sujeito, mas de construções sucessivas com elaborações constantes de estruturas novas. A divisão piagetiana da evolução mental em grandes períodos ou estágios obedece aos seguintes critérios:
I. A ordem de sucessão é constante, embora as idades médias que os caracterizam possam variar de um indivíduo para outro, conforme o grau de inteligência, ou de um meio social a outro. O desenrolar dos estágios é, portanto, capaz de motivar acelerações ou atrasos, mas a ordem de sucessão permanece constante nos domínios (operações etc.) em que se pode falar desses estágios.
II. Cada estágio é caracterizado por uma estrutura de conjunto em função da qual se explicam as principais reações particulares. Não seria possível, portanto, que a gente se contentasse com uma referência a elas ou se limitasse a apelar para a predominância de uma ou outra caraterística.
III. As estruturas de conjunto são integrativas e não se substituem umas às outras: cada uma resulta da precedente, integrando-a na qualidade de estrutura subordinada, e prepara a seguinte, integrando-se a ela mais cedo ou mais tarde.
Estão corretas as afirmativas
 

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A ética das máquinas
[...] Imagine uma situação na qual uma máquina identifica o rosto de um terrorista internacional tentando embarcar em um voo no aeroporto de Tel Aviv. Imediatamente, um alarme soa e os embarques são suspensos. Todos os voos são, automaticamente, cancelados. Em poucos minutos, a notícia já percorre milhões de tablets e se espalha pelo mundo. O preço do barril de petróleo triplica e nas bolsas de valores há uma corrida pelas ações das empresas petrolíferas. Essa manobra faz com que o preço de outras ações desabe. A queda no valor das ações leva a uma corrida para o dólar e, em poucas horas, ele se valoriza mais de 15%. Contratos de importação e exportação são suspensos...
Essa cadeia inusitada de acontecimentos pode levar ao caos. Mas, o que significa um dia caótico na economia mundial diante da possibilidade de um ataque terrorista que poderia dizimar centenas de vidas? Os agentes da polícia portuária poderiam não ter identificado o rosto do terrorista e, nesse caso, a tragédia seria inevitável. No entanto, não é possível descartar a hipótese de que a máquina poderia ter identificado incorretamente um rosto e que, se ela não tivesse autonomia para suspender embarques e voos, um dia de caos na economia mundial poderia ter sido evitado. O que seria melhor? Tudo depende dos riscos que estamos dispostos a correr.
As máquinas estão se tornando cada vez mais autônomas. Máquinas autônomas não podem ser desligadas. Cada vez mais delegamos a elas decisões diante de situações imprevistas. Se o rosto do terrorista é identificado, o alarme soa e os embarques são automaticamente cancelados, independentemente da vontade de qualquer funcionário do aeroporto. Máquinas autônomas podem, também, alterar sua própria programação a partir de sua interação com o ambiente e, por isso, não temos controle pleno sobre elas.
Em geral, delegamos autonomia para máquinas quando, em algumas tarefas, sua performance é melhor do que a de um ser humano. Cálculos de engenharia, folhas de pagamento de grandes instituições são casos típicos nos quais a performance das máquinas ultrapassa o raciocínio e a memória humana. Em pouco tempo a identificação instantânea de rostos também integrará essa lista. [...]
Máquinas superinteligentes ainda são um sonho distante, mas não impossível. Não podemos, tampouco, descartar a possibilidade de elas serem produzidas acidentalmente. [...]
Como uma máquina autônoma não pode ser desligada, ficaríamos à mercê de seus caprichos, que poderia incluir a destruição completa da raça humana. [...]
O físico Stephen Hawking sugere que, diante desse risco, as pesquisas em inteligência artificial deveriam ser interrompidas. O filósofo Nick Bostrom, da Universidade de Oxford, defende que o aumento da inteligência se refletirá em um aprimoramento ético. Daniel Dennett, um dos pioneiros da Filosofia da Mente, afirma que a superinteligência não passa de uma lenda urbana que se baseia em atribuir às máquinas podres que elas nunca terão.
Temos de aguardar, com os dedos cruzados, os próximos capítulos da história da tecnologia. E torcer para que das inteligências sem consciência possa emergir algo mais do apenas eficiência cega, a competência sem compreensão.
(TEIXEIRA, João. Filosofia, Ciência e Vida. nº 121. Adaptado.)
A alteração do segmento “Imagine uma situação na qual uma máquina identifica o rosto de um terrorista internacional [...]” em relação à voz do verbo destacado apresenta-se da seguinte forma:
 

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976543 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
“O método de pesquisa qualitativo é útil e necessário para identificar e explorar os significados dos fenômenos estudados e as interações que estabelecem, assim, possibilitando, estimular o desenvolvimento de novas compreensões sobre a variedade e a profundidade dos fenômenos sociais.”
(BARTUNEK; SEO, 2002.)
Deve-se lembrar, porém, que cada método possui características próprias e é adequado a propósitos de pesquisa específicos. Quando se trata da análise de dados desta abordagem, pode-se inferir que NÃO é uma das características:
 

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