Um dos principais renovadores da cenografia brasileira e influência de mais de uma geração de cenógrafos, estudou na década de 1960 com o cenógrafo Josef Svoboda. Seu estilo aproxima-se do simbolismo, evidente por meio das explorações do espaço da cena e da adesão de uma estética não pictórica. Dentre as suas cenografias, talvez a mais lembrada seja a da montagem de O Rei da Vela (1967), com o Grupo Oficina.
O texto acima refere-se ao cenógrafo brasileiro