A identidade e a diferença durante toda escola tradicional e até os anos 90 do século XX mantiveram-se subjetivamente cristalizados. Tudo estava em seu lugar. O discurso da inclusão, a ruptura com a escola especial e a necessidade de se integrar todos os sujeitos à cultura quebra os paradigmas mais fixos que podem existir socialmente, tudo pode ser diferente. Complexo: tudo é diferente. A diferença atinge a própria identidade do ser diferente, que oscila entre o que é real e o que pode ser potencializado a partir do real. Agora, tudo muda de lugar.
A escola, como centro de articulação do conhecimento e como a melhor instância para inserir o novo sujeito dentro de outra sociedade, está em crise por que: