Dentro da economia capitalista, cada indivíduo é avaliado pelo número que representa sua renda e na mente de todos existe, reforçando-se cada vez mais, a noção de que todas as coisas têm um valor, que tal valor é sempre o mesmo e pode ser “medido” pelo preço de compra ou venda do objeto.
A produção em massa de notícias, objetos e divertimentos, logo consumidos por grande número de pessoas, tende a criar nessa massa humana tal uniformidade em matéria de uso e consumo de bens materiais, de modo de ser e de pensar, que o indivíduo tende a perder-se totalmente, quer aos olhos dos outros, quer aos seus próprios olhos.
(GAIARSA, J. A. A engrenagem e a flor. São Paulo: Ícone, 1992)
“[...] tende a criar nessa massa humana tal uniformidade em matéria de uso e consumo de bens materiais [...]”. O verbo em destaque se refere a: