Paciente do sexo feminino, 38 anos de idade, assintomática, com exame físico normal e sem qualquer fator de risco cardiovascular. Deseja fazer exercício físico em uma academia de ginástica e foi solicitado um teste de esforço para diagnosticar ou afastar a possibilidade de doença aterotrombótica coronariana assintomática. O médico, cardiologista, foi procurado pela paciente para solicitar o teste de esforço.
Observe a tabela abaixo que fornece os resultados de diversos estudos mostrando a sensibilidade e a especificidade dos diversos testes utilizados para o diagnóstico de doença aterotrombótica coronariana.
| Teste | S | E | No. Estudos | No. Pacientes | % c/ DAC |
| Tálio | 0,79 | 0,73 | 6 | 510 | 66 |
| ECO | 0,76 | 0,88 | 10 | 1174 | 64 |
| SPECT | 0,88 | 0,77 | 8 | 628 | 70 |
| PET | 0,91 | 0,82 | 3 | 206 | 68 |
| TE | 0,68 | 0,77 | 132 | 24.074 | 66 |
Tálio = cintilografia cardíaca com tálio; Eco=Ecocardiograma de esforço; SPECT =Single Photon Emission Computed Tomography; PET = Positron Emission Tomography; TE = Teste de esforço; S=sensibilidade; E=especificidade; No.est. = número de estudos; No. pac= número de pacientes; % c/ DAC = percentual de pacientes com Doença aterotrombótica coronariana em cada grupo de estudos.
Analisando esta tabela e o caso clínico apresentado, conclui-se que: