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Pela Lei 8.112/90, conceder-se-á indenização de transporte ao servidor que realizar despesas com a utilização de:
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Os atos de demissão e de cassação de aposentadoria, em ação disciplinar, conforme expressa disposição contida na Lei nº 8.112/90, prescrevem-se em:
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Ao ser eleito, a licença a favor do servidor público regido pelo RJU (Lei 8112/90) para o exercício de atividade política será:
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Nos limites estabelecidos pela Lei Estatutária dos Servidores Públicos Civis da União, a Licença para tratar de interesse particular dar-se-á da seguinte forma:
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Para o provimento de cargos públicos federais, regulado pela Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, a combinação de fatores legais está caracterizada na seguinte alternativa:
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A tabela abaixo expressa o resultado de 9 ensaios clínicos envolvendo 27.743 pacientes com 120.000 pessoas-ano de seguimento e compara as taxas de eventos clínicos entre os pacientes tratados com antagonistas de cálcio contra o tratamento com outras drogas anti-hipertensivas (diuréticos, betabloqueadores, inibidores da ECA):
| Desfecho clínico final | Tratamento experimental (antagonista de cálcio) | Tratamento padrão (outras drogas anti-hipertensivas) |
| Infarto do miocárdio | 4,5 % | 3,6 % |
| AVC | 4,5 % | 5,0 % |
| Insuficiência cardíaca | 3,3 % | 2,7 % |
| Eventos CV maiores | 14,2 % | 13,1 % |
| Mortalidade Global | 8,3 % | 8,1 % |
O aumento relativo do risco para eventos cardiovasculares (CV) maiores é de:
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Você está de plantão em uma unidade de emergência e inicia o atendimento de um homem de cor branca metalúrgico, 47 anos, que se apresenta andando com dificuldade com o auxílio de muletas.
Queixa-se de uma dor no terço inferior do esterno e no braço esquerdo, que se estende do ombro até o punho, opressiva, que iniciou quando estava sentado assistindo à televisão. A dor persiste por 4 horas com episódio de vômito e evacuação.
Conta que sofrera um acidente de trabalho há 30 dias, com fratura de um osso da perna direita, tendo sido inclusive submetido a uma cirurgia no dia seguinte a fratura para colocação de um “parafuso”.
Desde que começou a usar muletas, vem sentido dor no braço esquerdo que atribui a má adaptação à órtese, tendo sido prescrito anti-inflamatório não-hormonal por seu ortopedista. Conta que já utilizou dois comprimidos do medicamento, desde o início da dor, sem nenhuma melhora.
Nega diabetes, tabagismo, desconhece seu perfil lipídico, nega história familiar de doença coronariana e relata que foi atendido, no ambulatório da empresa, com “pressão alta”, mas julga ter ficado bom após a medicação então administrada.
Ao exame :
Paciente pálido com sudorese fria, taquipneico.
O exame dos vasos do pescoço não mostra anormalidades:
PA = 190 X 130 mmHg BE = BD deitado;
FC = 110 bpm;
FR = 28 rpm.
Ausculta pulmonar demonstra murmúrio vesicular universalmente audível, sem ruídos adventícios.
Ictus cordis impalpável:
RCR 3T (B4), discreta hiperfonese de bulhas A2>P2;
Abdômen indolor, sem visceromegalias ou massas palpáveis, com peristalse presente.
MMIIS – Perna direita com cicatriz cirúrgica.
Gradativamente o paciente refere melhora da dor torácica que desaparece após 30 minutos da abordagem proposta. Há diminuição do supradesnivelamento do segmento ST e ocorre o aparecimento de taquicardia ventricular que se resolve espontaneamente. O paciente é internado na unidade coronariana onde permanece por dois dias assintomático. No sétimo dia de internação, volta a ter dor torácica de forte intensidade, sem irradiação, em aperto, recorrente, que só melhora com a administração de morfina, apresentando os seguintes sinais vitais:
PA=120/80 mmHg (deitado) e a FC= 100bpm.
As medidas a serem adotadas são:
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A OUTRA EPIDEMIA
Lya Luft - Veja, 15-07-2009
Para mim, escrever é sempre questionar, não importa se estou escrevendo um romance, um poema, um artigo. Como ficcionista, meu espaço de trabalho é o drama humano: palco, cenário, bastidores e os mais variados personagens com os quais invento histórias de magia ou desespero. Como colunista, observo e comento a realidade. O quadro não anda muito animador, embora na crise mundial o Brasil pareça estar se saindo melhor que a maioria dos países. De tirar o chapéu, se isso se concretizar e perdurar. Do ponto de vista da moralidade, por outro lado, até em instituições públicas que julgávamos venerandas, a cada dia há um novo espanto. Não por obra de todos os que lá foram colocados (por nós), mas o que ficamos sabendo é difícil de acreditar. Teríamos de andar feito o velho filósofo grego Diógenes, que percorria as ruas em dia claro com uma lanterna na mão. Questionado, respondia procurar um homem honrado.
Vamos ter de sair aos bandos, aos magotes, catando essa figura, não uma, mas multidões delas, para consertar isso, que parece não ter arrumação?
Numa notícia sobre o Senado, publicada no jornal O Globo, de 14-07-2009, lê-se o seguinte:
“Uma casa com 204 copeiros. Pelo menos 20,4% dos 3.500 funcionários terceirizados do Senado são copeiros ou contínuos. Dá mais de sete para cada um dos 81 senadores. No total, são 717, sendo 204 copeiros e 513 contínuos, que custam ao Senado R$2.400 por mês, cada um.”
Não há dúvida de que a notícia tem um tom crítico, condenando o Senado; o argumento em que se apoia essa crítica é de base estatística (a distorção de mais de sete funcionários para cada senador), mas apresenta uma falha, que é a de:
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A C F G, 58 anos, masculino, branco, casado, policial aposentado, natural do RJ, reside em Belford Roxo, 2º grau incompleto. Paciente com história de hipertensão e diabetes há 10 anos, em tratamento irregular. Há cerca de 3 anos apresentou episódio de forte dor torácica difusa, em repouso, associada a opressão precordial, referida para o dorso e MSE. Nega dispneia e lipotimia. Procurou atendimento médico que evidenciou IAM anterior com supra de ST. Na época não fez uso de terapia de reperfusão. Evoluiu sem história de dispneia, palpitação ou síncope. Realizou cateterismo cardíaco no sétimo dia de internação, que revelou DAC obstrutiva no terço proximal de ACDA, associada a leve disfunção global de VE e hipocinesia ântero-apical, época em que fez implante de 2 stents farmacológicos na DA. Recebeu alta no dia seguinte assintomático, em uso de AAS, clopidogrel e demais medicações que não lembra. Após a alta hospitalar retornou às suas atividades habituais, incluindo atividade física como jogar futebol. Posteriormente suspendeu, por conta própria, o clopidogrel. Quatro meses após cessação do uso do clopidogrel, apresentou dor torácica difusa, em repouso, de forte intensidade, com sensação de peso, com irradiação para MSE, com duração de 1 hora, associado à sudorese fria e lipotimia, procurando atendimento médico.
A conduta do médico será:
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A C F G, 58 anos, masculino, branco, casado, policial aposentado, natural do RJ, reside em Belford Roxo, 2º grau incompleto. Paciente com história de hipertensão e diabetes há 10 anos, em tratamento irregular. Há cerca de 3 anos apresentou episódio de forte dor torácica difusa, em repouso, associada a opressão precordial, referida para o dorso e MSE. Nega dispneia e lipotimia. Procurou atendimento médico que evidenciou IAM anterior com supra de ST. Na época não fez uso de terapia de reperfusão. Evoluiu sem história de dispneia, palpitação ou síncope. Realizou cateterismo cardíaco no sétimo dia de internação, que revelou DAC obstrutiva no terço proximal de ACDA, associada a leve disfunção global de VE e hipocinesia ântero-apical, época em que fez implante de 2 stents farmacológicos na DA. Recebeu alta no dia seguinte assintomático, em uso de AAS, clopidogrel e demais medicações que não lembra. Após a alta hospitalar retornou às suas atividades habituais, incluindo atividade física como jogar futebol. Posteriormente suspendeu, por conta própria, o clopidogrel. Quatro meses após cessação do uso do clopidogrel, apresentou dor torácica difusa, em repouso, de forte intensidade, com sensação de peso, com irradiação para MSE, com duração de 1 hora, associado à sudorese fria e lipotimia, procurando atendimento médico.
Uma semana após a alta, surgiu astenia, anorexia e cansaço que evoluiu aos pequenos esforços, além de ortopneia e dispneia paroxística noturna. Cinco meses antes da internação, surgiu desconforto em hipocôndrio direito e edema progressivo de MMII. Ecocardiograma realizado demonstrou aneurisma ânterolátero- apical e ínfero-apical associado à grave disfunção de VE.
O procedimento a ser adotado com esse paciente é:
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