Leia o fragmento a seguir: 26.
“No Brasil, Clark e Oiticica recusavam a obra como objeto de fruição passiva, conclamando o espectador como elemento ativo e estrutural do trabalho, a ponto de a obra depender dele para realizar integralmente seu fluxo. (...) Lygia Clark passava a envolver inteiramente o sujeito dentro da obra. Não havia mais escultura no sentido convencional, a obra não era mais um objeto, era puro movimento, tempo, ação de um corpo no espaço.”
(CANONGIA, 2005, p.58)
Uma das obras de Lygia Clark, ao qual o texto acima faz referência, é os