Lúcia, 47 anos de idade, solteira, sem filhos, é médica e trabalha em um hospital de uma capital do Brasil. É levada ao pronto-atendimento com quadro de confusão mental súbita seguida de parada respiratória que aconteceu durante seu plantão de trabalho. É observada melhora do quadro após aplicação de naloxona. Quando houve melhora do quadro inicial, com a paciente consciente e orientada, não foi possível, de imediato, avaliar se houve intoxicação acidental ou tentativa de suicídio com opioide. Lúcia solicita sua imediata liberação da internação, diz que quer se recuperar em casa. O médico plantonista, considerando a ética médica amplamente discutida nas diversas resoluções do Conselho Federal de Medicina do Brasil, deve: