Murray Schafer (2003) faz uma longa descrição de uma ação realizada com alunos adolescentes em uma escola canadense, chamada por ele de A máscara do demônio da maldade. Ele levou a classe a construir um evento sonoro a partir de uma máscara japonesa que ficava pendurada em uma das paredes da sala de aula. conclusão de sua descrição, diz o autor: Ao todo, passaram-se duas horas desde o começo da experiência até a classe ser dispensada com o sinal do meio-dia. Olhando pela janela, eu podia observar as crianças voltando para casa e ouvir os sussurros, os gritos de medo e a dança selvagem da máscara sendo levados pelo pátio da escola, pelas ruas, pela vida. Com esse tipo de proposta, Schafer pretende