Considera-se uma transformação linear T: V -> W,
onde V e W são espaços vetoriais de dimensão finita. Se a
matriz de T em relação a bases B de V e C de W é A, e se a
dimensão do núcleo de T é n-rank(A), onde n é a dimensão de
V, é correto inferir que a imagem de T é isomorfa ao espaço
coluna de A, e, portanto, a linearidade da transformação
implica que a soma direta do núcleo e da imagem sempre
coincide com o domínio, o que não é verdadeiro se V e W
forem distintos.