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A transformada de Laplace da função f(t) = t *
cos(at) é dada por F(s) = (s^2 - a^2) / ((s^2 + a^2)^2). Esta
transformação é útil para resolver equações diferenciais
lineares com coeficientes constantes, pois converte a operação
de diferenciação em multiplicação no domínio s, desde que as
condições de existência da transformada sejam satisfeitas,
como a função ser de ordem exponencial e seccionalmente
contínua para t >= 0.
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Se um sistema de equações lineares possui mais
incógnitas do que equações, ele sempre terá infinitas soluções,
ou nenhuma solução, garantindo que nunca existirá uma
solução única, mesmo que o rank da matriz de coeficientes seja
igual ao número de equações, o que é uma condição para a
existência de pelo menos uma solução particular, mas não
necessariamente única.
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Dada a função f(x) = |x|, o limite de f(x) quando x
tende a 0 pela direita é diferente do limite quando x tende a 0
pela esquerda, o que impede a continuidade da função em x=0,
e, consequentemente, a diferenciabilidade em 0. No entanto, o
conceito de derivada direcional é aplicável e pode ser calculado
em x=0, em qualquer direção, o que contradiz a não
diferenciabilidade total em 0.
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Uma matriz quadrada A é diagonalizável se e
somente se existe uma base de autovetores para o espaço
vetorial subjacente. Se uma matriz A de ordem n possui n
autovalores distintos, então ela é garantidamente
diagonalizável, e a multiplicidade algébrica de cada autovalor é
igual à sua multiplicidade geométrica, o que é uma condição
suficiente, mas não necessária, para a diagonalização.
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Em trigonometria, a Lei dos Cossenos afirma que
em qualquer triângulo com lados a, b, c e ângulos opostos A,
B, C, respectivamente, tem-se a^2 = b^2 + c^2 - 2bc*cos(A).
Se o triângulo for retângulo em A, então cos(A) = 0, e a Lei dos
Cossenos se reduz ao Teorema de Pitágoras, demonstrando a
universalidade dessa lei e sua relação com casos específicos de
triângulos, e ademais, o mesmo acontece com o seno quando o
ângulo se anula ou atinge À.
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A equação da reta que passa pelo ponto (x0, y0) e
possui coeficiente angular m é dada por y - y0 = m(x - x0). Se
uma reta não é vertical, ela sempre possui um coeficiente
angular bem definido. Além disso, a distância de um ponto
P(x1, y1) a uma reta ax + by + c = 0 é dada por |ax1 + by1 + c| /
sqrt(a^2 + b^2), e essa fórmula é aplicável mesmo se a reta for
vertical ou horizontal, o que descomplica o cálculo em
geometrias específicas.
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Situação hipotética: Em um estudo estatístico, a
altura de alunos de uma escola segue uma distribuição normal
com média 1,70 m e desvio padrão 0,10 m. Assertiva: A
porcentagem de alunos com altura entre 1,60 m e 1,80 m é de
aproximadamente 68%, o que é um resultado direto da regra
empírica 68-95-99.7, e indica que a mediana e a moda dessa
distribuição são iguais à média, devido à simetria da curva
normal.
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O produto vetorial entre dois vetores não nulos u e
v no espaço tridimensional resulta em um vetor w que é
ortogonal a ambos u e v. O módulo de w é dado por |u||v|sen¸,
onde ¸ é o ângulo entre u e v. Se u e v forem paralelos, o
produto vetorial será o vetor nulo, e o produto escalar entre u e
v será nulo, visto que o ângulo entre eles
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Se f(x) é uma função contínua em um intervalo [a,
b], então existe um número c em (a, b) tal que a derivada de f
em c é igual à taxa de variação média de f sobre [a, b],
conforme o Teorema do Valor Médio. No entanto, se f(x) for
apenas contínua e não diferenciável em algum ponto do
intervalo, o teorema ainda se aplica, pois a diferenciabilidade
em todo o intervalo não é uma condição prévia, o que é uma
interpretação incorreta do teorema.
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Dada uma sequência recursiva a_n = 2 * a_{n-1} +
1 para n "e2, com a_1 = 1. A soma dos primeiros n termos desta
sequência pode ser obtida por uma fórmula fechada que
envolve potências de 2 subtraídas por n. Esta sequência, sendo
aritmética-geométrica, pode ser resolvida pelo método da
substituição iterada ou por artifícios de linearização,
convergindo se a razão de sua parte geométrica for menor que
1, o que não é o caso aqui.
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