Vicente e Souza (2011) discorrem sobre os relatos que
demonstram o quanto as aulas de dança se configuram como um
campo de disputa entre alunos e um momento de decréscimo de
autoestima e desvalorização do próprio corpo. O ensino da dança
focado no controle do corpo, com muita facilidade, transforma
o corpo em um oponente sobre o qual se deve dominar sua
mecânica e sua imagem, e que não deve ser poupado para
o alcance desse objetivo. No ensino da dança dentro dessa
concepção de controle do corpo, portanto, com base nos autores,
as singularidades individuais: