O jornalista Carlos Chagas em A Gazeta digital, publicou o seguinte texto: “Durante a expansão árabe, quando o general Ibn-El-Abbas cercou Alexandria, hesitou sobre a ordem de destruir tudo, como vinha fazendo em outras cidades. Afinal, a então considerada capital do mundo estava plena de palácios, jardins, prédios públicos e a mais espetacular biblioteca jamais reunida no planeta. Até originais de Homero encontravam-se em suas prateleiras, se é que Homero existiu. Para não arcar sozinho com a responsabilidade, o general mandou consultar o califa, em Bagdá, sobre o que fazer com aquela riqueza excepcional. Veio a resposta: ‘se todos esses escritos concordam com o Al-Corão, são supérfluos e devem ser destruídos. Se discordam, são perniciosos e precisam ser queimados‘...”.
O argumento do califa é imperfeito porque