Jannuzzi (2004) analisa as iniciativas governamentais e da sociedade civil em relação à educação das crianças com diferenças físicas e/ou mentais, bem como as vertentes pedagógicas que foram se consolidando no período. Do período até 1930, descreve:
O despertar (...) nesse campo educacional pode ser interpretado como procura de respostas ao desafio apresentado pelos casos mais graves, resistentes ao tratamento exclusivamente terapêutico, quer no atendimento clínico particular, quer no, muitas vezes, encontro doloroso de crianças misturadas às diversas anomalias nos locais que abrigavam todo tipo de doente, inclusive os loucos.
Essa vertente pedagógica denomina-se