Poeminha sentimental
O meu amor, o meu amor, Maria
É como um fio telegráfico da estrada
Aonde vêm pousar as andorinhas…
De vez em quando chega uma
E canta
(Não sei se as andorinhas cantam, mas vá lá!)
Canta e vaise embora
Outra, nem isso,
Mal chega, vaise embora.
A última que passou
Limitouse a fazer cocô
No meu pobre fio de vida!
QUINTANA, Mario. Disponível em: https://lituraterre.
com/2011/07/02/poeminha-sentimental-por-marioquintana/. Acesso em: 12 set. 2024. [Fragmento]
“A última que passou Limitou-se a fazer cocô No meu pobre fio de vida!”
Nesses versos, o uso da linguagem conotativa sugere que
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