582297
Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CEC
Orgão: Pref. Ponta Grossa-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CEC
Orgão: Pref. Ponta Grossa-PR
No artigo intitulado “Tsunami da violência” (VEJA, 4.jun.2014, p.90), escrito por Rodrigo Constantino, há uma forte crítica à maneira como o Brasil vem sendo administrado. Diz ele:
“...no Brasil preferimos ignorar as causas estruturais e focar os sintomas. Gostamos de quebrar o termômetro para curar a febre. Adoramos criar leis, como se bastassem decretos estatais para solucionar os males que nos assolam”.
E ainda...
“ Enfim, precisamos levar as coisas mais a sério, olhar para onde escorregamos, não para onde caímos. Vivemos um tsunami da violência, que varre milhares de vidas inocentes a cada ano. É hora de atacar as raízes do problema, suas causas estruturais, em vez de acreditar em milagres que brotariam de decretos estatais.”
Analise as proposições a seguir e assinale a alternativa que contém aquela(s) que confirma(m) a posição do colunista.
I. No Brasil, as leis são bem elaboradas e aplicadas. A certeza da punição é, em nosso país, o maior obstáculo ao crime.
II. Um ponto que chama atenção é o desarmamento. Houve forte campanha do governo no começo da década passada, e o Estatuto do Desarmamento foi posto em prática fazendo com que as vendas legais de armas desabassem. Não obstante, o que se viu foi o aumento de assassinatos nesse período. Quer dizer então que desarmar o cidadão ordeiro não reduz o crime.
III. Há a complicada questão das mortes em acidentes de trânsito, que cresceram mesmo com a adoção da radical Lei Seca. A taxa de óbitos por 1 000 000 habitantes se expandiu quase 20% apenas nos últimos três anos da pesquisa. Esses dados, é lógico, têm relação com a péssima qualidade de nossas estradas e com a falta de policiamento.
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