Descrita inicialmente em presidiários americanos, apresenta-se como transtorno dissociativo com produção voluntária de sintomas neuropsiquiátricos graves e exuberantes. É registrada a presença de respostas incoerentes ou pararrespostas e discurso despropositado com intuito de se demonstrar um possível distanciamento da realidade ou perda da lógica real (“mostrar-se louco”). Outros sintomas dissociativos ou conversivos também podem estar presentes.
O diagnóstico descrito acima refere-se à: