Os desenhos espontâneos das crianças devem ser avaliados em função da idade e da fase de desenvolvimento cognitivo. A literatura que estuda o tema indica que, em determinada fase, ao desenhar um corpo, a criança coloca as pernas e os braços ligados à cabeça, ou ainda, em alguns casos, a boca acima do nariz. Em outras situações, os cômodos de uma casa aparecem soltos, sem indicar continuidade no espaço e conexão com a casa.
(Passini, Elza Yasuko. Alfabetização Cartográfica e a aprendizagem de Geografia, 2012, pg. 66 e 67 Adaptado)
Essas representações ocorrem comumente, na fase de