Lea el fragmento de un texto de María Teresa Celada que trata de la enseñanza de español como lengua extranjera.
“A meu ver, nas referidas práticas de ensino é preciso observar que funciona uma evidência, isto é, um sentido ou uma série de sentidos que se apresentam como dados ou óbvios para os sujeitos que as protagonizam: o aluno aprendiz e o docente. Trata-se de uma equivalência cunhada em rotinas instaladas nas práticas escolares, segundo a qual língua é gramática (língua = gramática) e estudar língua é estudar regras, listas, quadros, decorando explicações. Não quero dizer com isso que o estudo de uma língua não implique a inclusão dessas modalidades, pois, segundo Christine Revuz, a língua estrangeira, como objeto de saber, “é objeto de uma aprendizagem raciocinada” – aspecto esse que claramente entra em contraste com a forma como nos relacionamos com a materna. De fato, essas modalidades de estudo podem servir de suporte nesse aprendizado, com maior ou menor expressividade, de acordo com a singularidade de cada sujeito.”
(CELADA, Maria Teresa. “Aqui há língua”. No processo de ressignificar as práticas de
ensino (a modo de prefácio). In: NADIN, Odair Luiz; LUGLI, Viviane Cristina Poletto
(orgs.).Espanhol como língua estrangeira: reflexões teóricas e propostas didáticas.
1ª ed. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2013.)
Considerando el texto arriba y la enseñanza de español como lengua extranjera, señale la opción que presenta una práctica que no coincide con la visión de lengua difundida por la autora.