Uma paciente de 32 anos de idade apresenta quadro de descarga papilar bilateral esbranquiçada, de início há um ano, com períodos de remissão, mas sem outras queixas. Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, corada, hidratada, acianótica, anictérica e afebril. Os sinais vitais dela mostram-se preservados, com PA = 100 mmHg x 60 mmHg, FC = 75 bpm, FR = 16 irpm e SatO2 = 95%. Constatam-se mamas em número de duas, tópicas, simétricas, com mamilos centrados e proeminentes, sem abaulamentos ou retrações visíveis; parênquima heterogêneo às custas de tecido fibroglandular, sem nódulos palpáveis, e descarga papilar espontânea esbranquiçada em pequena quantidade; axilas e fossas supraclaviculares livres, sem nódulos palpáveis; abdome inocente, defesa ausente, descompressão brusca negativa. Observam-se também especular colo epitelizado, volume normal, superfície regular, secreção fisiológica, e, ao toque, útero de volume normal, com superfície regular.
Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Em caso de gravidez, o uso da bromocriptina e da cabergolina deve ser interrompido por causa do risco de abortamento.