A escola do campo tonou-se um espaço singular para a
coexistência entre educação e comunidade, uma vez
que os muros que, em outras localizações, podem
separar os sujeitos do mundo real do espaço escolar, no
campo, a escola tem o papel de congregar, de reunir
tais sujeitos. Interessante notar que, em alguns espaços
camponeses, a escola tem um papel similar que a
religião: reunir pessoas, debater os acontecimentos da
comunidade, ouvir as questões políticas estruturais
(estradas – ou falta delas), questões vinculadas à
própria produção: estiagem, excesso de chuvas. Por
isso, na escola camponesa, tais questões são o cerne da
organização do conteúdo pedagógico e da prática
escolar como um todo. E, por fim, a indicação de uma
formação omnilateral é uma forma de resgatar as
potencialidades educativas.
(Martins, José Fernando. A escola e a educação do campo. São Paulo: Pimenta Cultural, 2020).
Consideram-se sujeitos do campo, segundo as Diretrizes Operacionais:
(Martins, José Fernando. A escola e a educação do campo. São Paulo: Pimenta Cultural, 2020).
Consideram-se sujeitos do campo, segundo as Diretrizes Operacionais: