A assistência institucional à mulher, no ciclo gravídico-puerperal, deve garantir o acesso aos benefícios dos avanços científicos, sem perder de vista a humanização do cuidado e a posição central e autônoma da mulher, do companheiro e da família.
A ocorrência de crise hipertensiva durante a gestação, associada à presença de sintomatologia clínica, caracteriza um quadro de emergência e é extremamente danosa para a mulher e para o feto.