Ao problematizar as políticas educacionais e as desigualdades sociais, o professor Miguel Arroyo* afirma que “A relação educação-desigualdades, tão abstrata e genérica, exige ser recolocada na concretude dos coletivos feitos desiguais, reagindo às desigualdades e se apresentando e afirmando como sujeitos políticos, de políticas, de afirmações positivas.”(p. 1385) Essa afirmativa concorda com a ideia de que: