Até o século III, os camponeses da Gália e da Espanha falaram suas próprias línguas célticas, impermeáveis à cultura da classe governante clássica. Com a cristianização do Império, os bispos e o clero das províncias ocidentais, assumindo a conversão da massa da população rural, latinizaram permanentemente sua fala durante os séculos IV e V.
(Perry Anderson, Passagens da Antiguidade ao Feudalismo. Adaptado)
A partir do trecho citado, é correto afirmar que