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“Há mais de 50 anos mestre Amaral ouve o bater do tambor e se sente parte dele, afinal, desde que nasceu tem sua vida entrelaçada com essa tradição que herdou do pai, Miguel de Brás Arcângelo. (...) E em mais de meio século, ele viu a tradição se transformar.

“Eu já estou no tambor desde quando eu nasci, tem uns 50 e poucos anos, e tem muita diferença da tradição do interior, em regime de tambor. Na época era mais tambor de promessa, quando se fazia a homenagem aos santos da brincadeira. Além disso, as mulheres dançavam de vestido, não precisava de saia. Mudou muita coisa, mudou muito o ritmo, os nomes dos tambores. Mas, a mudança é natural e temos que continuar pegando o que está vindo, mas nunca se pode esquecer o que está lá atrás. E não se pode ter vergonha de trazer a criançada para ver o tambor, porque quando gente for embora, alguém tem que ficar, é assim que se mantém a tradição”, ressalta o cantador.”

O Tambor de Crioula, que também recebe o nome de , é uma de origem feita por . É praticada principalmente , em louvor a .

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.

 

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