“Em relação à escrita da História local, consideramos que desse conjunto de estudos resultou um novo campo de representações acerca do passado do Espírito Santo, um trabalho de ruptura, com capacidade de desestruturar narrativas mestras, desconstruir conceitos-chaves, categorias e símbolos, uma atividade 'de negação histórica dos modelos de interpretação e das formas de pensar consagrados culturalmente'”
(NASCIMENTO, 2018, p. 196).
O texto traz uma das conclusões do autor quanto ao que ele interpreta como “narrativas críticas da história do Espírito Santo”. Quanto a essas narrativas, analisadas por Nascimento, elas realizam uma negação histórica, pois: