Foram encontradas 40 questões.
- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo FederalDos Principais Deveres do Servidor Público
De acordo com o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto nº 1.171, de 22 de junho de 1994, e suas atualizações), assinale a alternativa INCORRETA:
Provas
Tendo como referência a Lei nº 11.892/2008, que cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, e a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, assinale a alternativa INCORRETA:
Provas
A Lei nº 9.394/1996 estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. De acordo com essa lei, assinale a alternativa INCORRETA:
Provas
“Na história de qualquer cultura política, dinâmica por natureza, as circunstâncias e as opções deixam marcados os selos próprios. Procurou-se neste artigo, de forma preliminar, evidenciar as permanências. Se houver aqui um grão de verdade, será possível questionar o senso comum de que o período ditatorial mais recente, inaugurado em 1964, foi uma ‘exceção à regra’, um parêntese sinistro e felizmente superado.”
(REIS FILHO, Daniel Aarão. A ditadura faz cinquenta anos: história e cultura política nacional-estatista.
In: REIS FILHO, Daniel Aarão; MOTTA, Rodrigo Patto Sá; RIDENTI, Marcelo (orgs.).
A ditadura que mudou o Brasil – 50 anos do golpe de 1964. Rio De Janeiro: Zahar, 2014, p. 29)
No artigo mencionado, do qual foi extraído o trecho apresentado, o autor levanta a hipótese acerca de permanências de uma certa cultura política nacional estatista em alguns “momentos” da história política brasileira. Quanto a isso, segundo Reis Filho, podemos afirmar que:
Provas
Nascimento (2018, p. 196), ao investigar a narrativa de superação do atraso, identificou, no início do século XXI, um novo foco da história local, construído a partir do que definiu como “memórias do desenvolvimento e seus usos políticos do passado”. Sobre esse novo foco, é CORRETO afirmar que:
Provas
“Em relação à escrita da História local, consideramos que desse conjunto de estudos resultou um novo campo de representações acerca do passado do Espírito Santo, um trabalho de ruptura, com capacidade de desestruturar narrativas mestras, desconstruir conceitos-chaves, categorias e símbolos, uma atividade 'de negação histórica dos modelos de interpretação e das formas de pensar consagrados culturalmente'”
(NASCIMENTO, 2018, p. 196).
O texto traz uma das conclusões do autor quanto ao que ele interpreta como “narrativas críticas da história do Espírito Santo”. Quanto a essas narrativas, analisadas por Nascimento, elas realizam uma negação histórica, pois:
Provas
“Entre uma conferência [Nacional de Educação] e outra, alguns intelectuais jovens, mas já importantes por terem, participado do ciclo de reformas estaduais dos anos 20, assinaram um texto que se tornou um clássico na literatura pedagógica da história e filosofia da educação brasileira: o Manifesto dos Pioneiros da Educação”
(GHIRALDELLI JÚNIOR, 2009, p. 22).
Sobre esse manifesto e seus desdobramentos, de acordo com o autor, podemos afirmar que:
Provas
“As Madres de Plaza de Mayo rejeitam exumações porque nossos filhos não são cadáveres. Nossos filhos desapareceram fisicamente, mas vivem na luta, nos ideais e no compromisso de todos aqueles que lutam pela justiça e pela liberdade de seu povo. Os restos de nossos filhos devem ficar onde eles caíram. Não há túmulos para enterrar um revolucionário. Um punhado de ossos não os identifica porque eles são sonhos, esperanças e exemplos para as gerações vindouras.”
A partir da leitura do trecho do manifesto citado por Bevernage (2018, p. 84), “Nuestras Consignas”, tornado público pelas Madres de Plaza de Mayo, grupo de mães argentinas, que surgiu em 1977, logo após o golpe militar no país e do início da primeira onda de desaparecimentos, para organizar a busca de seus filhos e filhas e dar voz ao seu protesto, é possível perceber a reivindicação de um novo conceito de tempo histórico. Segundo elas, o que pretendiam
Provas
“Quanto a mim, estimo que a mudança de período, ao final da longa Idade Média, se situa em meados do século XVIII”
(LE GOFF, 2015, p. 123).
Em seu livro A história pode ser dividida em pedaços?, Le Goff (2015) defende que nos campos econômico, político, social e cultural não há, até o século XVIII, mudanças fundamentais que justificassem a separação entre a Idade Média e o Renascimento. Todas as alternativas a seguir apresentam argumentos do autor para comprovar sua tese, EXCETO:
Provas
“Hoje, as gerações continuam passando, mas a ideia de progresso histórico para muitas pessoas já não é convincente. Para grandes partes da população mundial, um horizonte de expectativa realista continua ainda e sempre muito semelhante ou mesmo coincidindo com um espaço de experiência frequentemente trágico. (...) Nesse contexto, temos que negar a história completamente a muitas pessoas e sociedades, desde que continuamos (...) a compreender estritamente a ‘história’ como idêntica à mudança qualitativa ou à ‘novidade’. Mesmo se for apenas para essa consideração, precisamos repensar o tempo histórico e procurar a possibilidade de uma cronosofia alternativa.”
(BEVERNAGE, 2018, p. 220).
Partindo dessa premissa, o autor faz uma série de críticas acerca de algumas conceitualizações de tempo e história que são influentes na historiografia acadêmica e no pensamento histórico moderno e que nos compelem a pensar o passado como irreversível. Sobre esse tema, assinale a assertiva que NÃO corresponde a uma dessas críticas.
Provas
Caderno Container