Segundo Behring (2009), os ciclos econômicos balizam as
possibilidades e limites da política social, sendo estas concessões/
conquistas mais ou menos elásticas, a depender da correlação de
forças na luta política entre os interesses das classes sociais e
seus segmentos envolvidos na questão. Para a autora, a partir
do período histórico fordista-keynesiano, a política social adquire
uma função político-econômica específica, significando, entre
outros aspectos, que ela: