Comunidades vulneráveis e escolas constituem mundos regidos por ordens opostas; de um lado, as escolas nem sempre conhecem o território de seu entorno e as condições socioculturais de seus alunos, de outro, os pais sentem-se distantes e excluídos da escola de seus filhos. Nesse sentido, tanto a escola não tem como garantir a aprendizagem de todos os seus alunos, como as famílias, têm dificuldades de desempenhar seu papel no sustento, guarda e educação de suas crianças e adolescentes. Além da aproximação escola/família, Setubal (2009) indica a necessidade premente de investimento e articulação de políticas sociais nos territórios, para o alcance de maior