Em 2009, foi publicada pesquisa da UFRJ segundo a qual 68% dos alunos participantes eram contrários à implementação de cotas raciais na universidade – apesar de 66% da amostra poder se beneficiar da política. Quando a política de cotas nas universidades federais foi aprovada no Senado Federal, houve diversas manifestações pelo país, como a ocorrida em Goiânia em 2012. Esta contextualização permite a reflexão sobre um dos desafios à execução de ações afirmativas: a receptividade da comunidade escolar. Como pode o psicólogo contribuir, de maneira ética, com o enfrentamento deste desafio?