Segundo Luís Otávio Burnier, “a busca do ator-bailarino, assim como a de todo artista que quer algo a mais do que um simples reconhecimento social e econômico, é a incontestável tentativa de reativar a memória. A verdadeira técnica da arte do ator-bailarino é aquela que consegue esculpir o corpo e as ações físicas no tempo e no espaço, acordando memórias, dinamizando energias potenciais e humanas, tanto para ele próprio como para o espectador.” Nesse sentido, compreende-se o papel do coreógrafo como