Considere o estudo de caso a seguir sobre um aluno a ser assistido por um professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE):
Roberto é um menino que apresenta deficiência intelectual e uma leve deformidade no crânio, provavelmente originada durante o parto. Ele tem 13 anos de idade, cursa o quarto ano em uma escola pública e vive numa instituição para crianças/adolescentes órfãos. Sobre o desenvolvimento escolar, Roberto encontra-se no estágio inicial (nível pré-silábico) do desenvolvimento da linguagem escrita; nas atividades de leitura e escrita, apresenta comportamentos e atitudes que ora oscilam entre um interesse maior e um interesse menor por tais atividades. Também foi identificado que o referido estudante apresenta dificuldade de concentração, permanecendo durante um curto espaço de tempo interessado pelas atividades. Em sala de aula, o estudante Roberto apresenta agitação permanente, deslocando-se constantemente e muitas vezes fugindo desse ambiente, visto que não se interessa pelas atividades propostas pela professora. Depois de inúmeras tentativas com diferentes propostas de atividades, a professora percebeu que ele compreende melhor as atividades de linguagem escrita em contexto de jogo. Roberto manifesta grande interesse por jogos e uma sagacidade particular para compreender regras de jogo e delas beneficiar-se para ser o vencedor.
No contexto do estudo de caso do aluno em questão, o que NÃO deve ser realizado pelo professor de AEE?