Um neonato nascido com 25 semanas de gestação e peso de 750 g evolui com
síndrome do desconforto respiratório grave, requerendo intubação precoce, ventilação mecânica
prolongada e oxigenoterapia com FiO2 >0,21 após 36 semanas de idade pós-menstrual. Durante seu
curso na UTI neonatal, os achados radiológicos são predominantemente de hiperinsuflação com áreas
de baixa atenuação e fibrose peribrônquica, e a função pulmonar demonstra baixa complacência.
Considerando a fisiopatologia e as características da nova displasia broncopulmonar (DBP) em
prematuros extremos, qual das seguintes alternativas melhor descreve a sua principal característica
patológica e as implicações para o prognóstico respiratório a longo prazo?