
A figura acima apresenta a curva DSC obtida para uma amostra de polietileno tereftalato (PET) semi-cristalino. Essa curva foi utilizada para o cálculo da entalpia de fusão do polímero. Nesse sentido, determinou-se uma constante de calibração k por meio da curva DSC de um composto padrão cuja entalpia de fusão, \( \Delta \)H', é conhecida. A constante k foi calculada a partir da expressão \( k=\dfrac{\Delta H'm'}{A'X'Y'} \) , em que m' é a massa do composto padrão utilizada na análise, A', a área do pico correspondente à fusão na curva DSC obtida (em cm2), X', o fator de sensibilidade para o eixo das abscissas (em ºC.cm-1), e Y', o fator de sensibilidade para o eixo das ordenadas (em J.s-1.cm-1). A curva DSC do composto padrão foi obtida empregando-se condições de análise (atmosfera e razão de aquecimento) idênticas àquelas empregadas para a obtenção da curva para o polietileno tereftalato.
A partir do texto e da figura apresentada, julgue o item seguinte.
A entalpia de fusão do politereftalato de etileno (\( \Delta \)H) pode ser determinada por meio da expressão \( \Delta H=\dfrac{AXYk}{m} \), em que m representa a massa de politereftalato de etileno utilizada na análise, A, a área do pico correspondente à fusão na curva DSC do politereftalato de etileno (em cm2), X, o fator de sensibilidade para o eixo das abscissas (em ºC A cm-1), e Y, o fator de sensibilidade para o eixo das ordenadas (em J · s-1 · cm-1).