Um MNT (Modelo Numérico de Terreno) pode ser construído pela interpolação de pontos a partir de suas coordenadas planialtimétricas, obtidas por uma imagem do sensoriamento remoto, ou mesmo com uma estação total ou ainda, por um equipamento GNSS. Dessa forma, para representar o relevo do terreno, de forma digital, com precisão e acurácia, a “nuvem” de pontos deve ser densa e bem distribuída no local de interesse.
A ABNT-NBR 13.133 estabelece, para levantamentos topográficos planialtimétricos, uma “densidade mínima de pontos a serem medidos por hectare – pontos/hectare”, de acordo com as “classes de levantamento planialtimétrico” solicitada pelo contratante. A esse respeito, analise as afirmativas a seguir.
I. Quanto menor a declividade do terreno, maior a quantidade de pontos/hectare, para uma mesma classe.
II. A quantidade de pontos/hectare independe da escala de representação e da equidistância das curvas de nível entre as classes de levantamento.
III. A classe I PA sugere que se implantem poligonais planimétricas, perimétricas e internas da classe I P e as estações das poligonais niveladas conforme nivelamento da classe I N, sendo que os pontos irradiados não podem ser obtidos via taqueometria, mesmo se a quantidade de pontos/hectare for baixa.
Estão incorretas as afirmativas