Mulher de 47 anos, professora, procura atendimento
fonoaudiológico com queixa de rouquidão persistente há cerca
de 8 meses, piorando ao final do dia. Relata sensação de esforço
ao falar, fadiga vocal e episódios frequentes de pigarro. Durante
a anamnese, relatou alta demanda vocal diária e ausência de
repouso vocal adequado. A videolaringoscopia evidenciou
presença de lesão em prega vocal e comportamento vocal
inadequado. Considerando os achados clínicos e instrumentais,
a disfonia apresentada, segundo Behlau e Pontes (1995), é
classificada como: