Uma mulher de 32 anos apresenta crises paroxísticas
iniciadas há 18 meses. Os episódios começam com:
Sensação súbita de déjà vu,
seguida de mal-estar epigástrico ascendente,
progressão para pausa comportamental com fixação do olhar,
e automatismos oroalimentares por 30−45 segundos.
Após a crise, apresenta confusão pós-ictal de 2 a 3 minutos. Não há generalização motora observada.
O EEG interictal mostra descargas rítmicas e pontas temporais anteriores unilaterais à esquerda, mais pronunciadas no sono.
A RM de encéfalo com protocolo de epilepsia evidencia hipersinal em T2/FLAIR e redução volumétrica do hipocampo esquerdo, com perda de arquitetura interna.
Os exames metabólicos e autoimunes são normais. A paciente não faz uso de substâncias psicoativas.
Com base na classificação atual da ILAE, na semiologia clínica, no EEG e na neuroimagem, qual é o diagnóstico MAIS adequado?
Sensação súbita de déjà vu,
seguida de mal-estar epigástrico ascendente,
progressão para pausa comportamental com fixação do olhar,
e automatismos oroalimentares por 30−45 segundos.
Após a crise, apresenta confusão pós-ictal de 2 a 3 minutos. Não há generalização motora observada.
O EEG interictal mostra descargas rítmicas e pontas temporais anteriores unilaterais à esquerda, mais pronunciadas no sono.
A RM de encéfalo com protocolo de epilepsia evidencia hipersinal em T2/FLAIR e redução volumétrica do hipocampo esquerdo, com perda de arquitetura interna.
Os exames metabólicos e autoimunes são normais. A paciente não faz uso de substâncias psicoativas.
Com base na classificação atual da ILAE, na semiologia clínica, no EEG e na neuroimagem, qual é o diagnóstico MAIS adequado?