Paulo Freire foi um educador brasileiro que na década de 1950 promoveu um grande processo de alfabetização de adultos. Paulo Freire defendia uma educação humanizadora, libertária, que valorizasse o contexto social em que o estudante estava inserido, trabalhando com o ensino dialógico a partir dos temas geradores. Neste contexto Paulo Freire tecia fortes críticas ao ensino da época, o ensino tradicional, o qual ele denominava de: