A febre aftosa é uma zoonose, sobre a qual se pode afirmar:
As ocorrências, panzootias e epizootias extensas que acontecem em alguns países, periodicamente, se dão não por entrada de um vírus exótico e/ou por um subtipo doméstico, mas por intensa despreocupação de seus órgãos de controle.
A maior ou menor extensão das epizootias não depende da densidade populacional dos animais, mas apenas da suscetibilidade à cepa de vírus atuante e de outros fatores ambientais.
No tempo entre a fase final do estado prodrômico e o aparecimento das aftas (3 a 5 dias após infecção), não ocorre eliminação de vírus, e é o momento de se separar adequadamente os animais para evitar novas infestações no rebanho.
É de baixa ocorrência nos homens e hoje já não restam dúvidas sobre sua prevalência nos animais domésticos. A infecção nos homens pode ocasionar uma enfermidade, clinicamente, aparente e pode ser assintomática.
Existe, nos animais domésticos, o estado de portador assintomático, comprovado em bovinos, ovinos, caprinos, suínos, que pode durar vários meses. Podem ser convertidos em portadores animais que sofreram infecções subclínicas e até animais que foram vacinados e entraram em contato com o vírus.
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