Ao falarmos de traduções, seja no caso das línguas de sinais ou das orais, cairemos comumente em discussões sobre as possibilidades e/ ou impossibilidades da tradução, ou seja, da intraduzibilidade entre as línguas. Pergunta-se, por exemplo, como seria possível fazer uma boa tradução, se, segundo o determinismo linguístico, cada língua estabelece de modo singular a maneira como seus usuários percebem e organizam o mundo? Por isso, quando o tradutor constrói um projeto de tradução vive a necessidade de fazer escolhas constantes, aproximamos ou afastamos termos (palavras e expressões) de no mínimo duas línguas diferentes. E sobre esse afrouxamento ou ajustamento entre o texto de partida (original) e o de chegada (tradução), encontra-se um grande arcabouço de discussões e teorias que tanto defendem uma técnica em detrimento de outras, como também que apresentam todas as técnicas como ferramentas disponíveis para o tradutor frente a cada tipo de situação.
Partindo de um conhecimento sobre técnica de tradução, assinale qual das alternativas citadas a seguir corresponde a uma técnica de tradução que opta por gerar o máximo de conforto no receptor fazendo diversos tipos de adaptações orientadas a cultura da língua de chegada, pois considera que o mais importante seja plena receptividade (compreensiva e apreciativa de conteúdo) daqueles que estão tendo contato apenas com a tradução e não com o texto original.