Como escreveu M. Finger (1989), urge encontrar uma saída que só pode ser coletiva e exige uma aprendizagem social. A educação, entendida como um processo permanente e difuso em toda a vida social, tem um papel central a desempenhar na pesquisa e construção dessa saída coletiva, na definição de valores de solidariedade como suporte da nossa vida coletiva, na recriação de novas formas de articular o aprender, o viver e o trabalhar. Só assim poderemos passar de uma educação ainda centrada no aprender a ter, para a concretização da divisa educativa, tão cara aos fundadores da educação permanente, de aprender a ser.
Idem, ibidem.
Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.
O aprender a ter constitui-se na principal proposta dos fundadores da educação permanente.