Foram encontradas 120 questões.
Por muito tempo, o ato de avaliar figurou apenas como um corolário do ato de ensinar e aprender; assim, a avaliação, embora considerada instrumento definidor do fracasso ou do êxito escolar, era encarada como mera coadjuvante do processo que envolvia a construção do conhecimento. À medida que as diversas correntes pedagógicas foram sendo apropriadas, observou-se o quão importante e necessário se fazia definir o método avaliativo a ser empregado em cada uma delas. Não obstante terem surgido vários modelos de avaliação, as concepções de que mais se ocupam os educadores e os especialistas nos dias hodiernos são a avaliação normativa e a avaliação formativa. A primeira é evidenciada quase sempre na linha da pedagogia tradicional, e a segunda engendra-se em meio a uma abordagem diferenciada de prática pedagógica. Na prática, o ato de avaliar deve pressupor uma tomada de decisão, pois a avaliação não tem um fim em si mesma; ademais, ninguém avalia por avaliar, mas para agir sobre os resultados dela advindos.
Francisco Leonardo dos S. Cavalcante. Internet. <http://
www.pedagogia.pro.br>. Acesso em 2/3/2004 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência, julgue o item a seguir.
Normativa ou formativa, a avaliação deve sempre permitir a reformulação ou readequação da proposta pedagógica em questão.
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Por muito tempo, o ato de avaliar figurou apenas como um corolário do ato de ensinar e aprender; assim, a avaliação, embora considerada instrumento definidor do fracasso ou do êxito escolar, era encarada como mera coadjuvante do processo que envolvia a construção do conhecimento. À medida que as diversas correntes pedagógicas foram sendo apropriadas, observou-se o quão importante e necessário se fazia definir o método avaliativo a ser empregado em cada uma delas. Não obstante terem surgido vários modelos de avaliação, as concepções de que mais se ocupam os educadores e os especialistas nos dias hodiernos são a avaliação normativa e a avaliação formativa. A primeira é evidenciada quase sempre na linha da pedagogia tradicional, e a segunda engendra-se em meio a uma abordagem diferenciada de prática pedagógica. Na prática, o ato de avaliar deve pressupor uma tomada de decisão, pois a avaliação não tem um fim em si mesma; ademais, ninguém avalia por avaliar, mas para agir sobre os resultados dela advindos.
Francisco Leonardo dos S. Cavalcante. Internet. <http://
www.pedagogia.pro.br>. Acesso em 2/3/2004 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência, julgue o item a seguir.
A avaliação normativa torna-se evidente quando a proposta pedagógica assume a construção do conhecimento como seu principal pilar.
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Por muito tempo, o ato de avaliar figurou apenas como um corolário do ato de ensinar e aprender; assim, a avaliação, embora considerada instrumento definidor do fracasso ou do êxito escolar, era encarada como mera coadjuvante do processo que envolvia a construção do conhecimento. À medida que as diversas correntes pedagógicas foram sendo apropriadas, observou-se o quão importante e necessário se fazia definir o método avaliativo a ser empregado em cada uma delas. Não obstante terem surgido vários modelos de avaliação, as concepções de que mais se ocupam os educadores e os especialistas nos dias hodiernos são a avaliação normativa e a avaliação formativa. A primeira é evidenciada quase sempre na linha da pedagogia tradicional, e a segunda engendra-se em meio a uma abordagem diferenciada de prática pedagógica. Na prática, o ato de avaliar deve pressupor uma tomada de decisão, pois a avaliação não tem um fim em si mesma; ademais, ninguém avalia por avaliar, mas para agir sobre os resultados dela advindos.
Francisco Leonardo dos S. Cavalcante. Internet. <http://
www.pedagogia.pro.br>. Acesso em 2/3/2004 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência, julgue o item a seguir.
A preocupação com o método de avaliação passa a ser observada quando as diversas correntes pedagógicas se dão conta da importância da avaliação no processo de construção do conhecimento.
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Por muito tempo, o ato de avaliar figurou apenas como um corolário do ato de ensinar e aprender; assim, a avaliação, embora considerada instrumento definidor do fracasso ou do êxito escolar, era encarada como mera coadjuvante do processo que envolvia a construção do conhecimento. À medida que as diversas correntes pedagógicas foram sendo apropriadas, observou-se o quão importante e necessário se fazia definir o método avaliativo a ser empregado em cada uma delas. Não obstante terem surgido vários modelos de avaliação, as concepções de que mais se ocupam os educadores e os especialistas nos dias hodiernos são a avaliação normativa e a avaliação formativa. A primeira é evidenciada quase sempre na linha da pedagogia tradicional, e a segunda engendra-se em meio a uma abordagem diferenciada de prática pedagógica. Na prática, o ato de avaliar deve pressupor uma tomada de decisão, pois a avaliação não tem um fim em si mesma; ademais, ninguém avalia por avaliar, mas para agir sobre os resultados dela advindos.
Francisco Leonardo dos S. Cavalcante. Internet. <http://
www.pedagogia.pro.br>. Acesso em 2/3/2004 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência, julgue o item a seguir.
Apesar da preocupação marcante com a construção do conhecimento, a avaliação continua sendo utilizada meramente como instrumento de mensuração de desempenhos.
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Como escreveu M. Finger (1989), urge encontrar uma saída que só pode ser coletiva e exige uma aprendizagem social. A educação, entendida como um processo permanente e difuso em toda a vida social, tem um papel central a desempenhar na pesquisa e construção dessa saída coletiva, na definição de valores de solidariedade como suporte da nossa vida coletiva, na recriação de novas formas de articular o aprender, o viver e o trabalhar. Só assim poderemos passar de uma educação ainda centrada no aprender a ter, para a concretização da divisa educativa, tão cara aos fundadores da educação permanente, de aprender a ser.
Idem, ibidem.
Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.
O aprender a ter constitui-se na principal proposta dos fundadores da educação permanente.
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Como escreveu M. Finger (1989), urge encontrar uma saída que só pode ser coletiva e exige uma aprendizagem social. A educação, entendida como um processo permanente e difuso em toda a vida social, tem um papel central a desempenhar na pesquisa e construção dessa saída coletiva, na definição de valores de solidariedade como suporte da nossa vida coletiva, na recriação de novas formas de articular o aprender, o viver e o trabalhar. Só assim poderemos passar de uma educação ainda centrada no aprender a ter, para a concretização da divisa educativa, tão cara aos fundadores da educação permanente, de aprender a ser.
Idem, ibidem.
Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.
Ações e políticas educacionais desvinculadas de contextos coletivos são comuns em processos de educação ainda centrados no aprender a ter.
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Como escreveu M. Finger (1989), urge encontrar uma saída que só pode ser coletiva e exige uma aprendizagem social. A educação, entendida como um processo permanente e difuso em toda a vida social, tem um papel central a desempenhar na pesquisa e construção dessa saída coletiva, na definição de valores de solidariedade como suporte da nossa vida coletiva, na recriação de novas formas de articular o aprender, o viver e o trabalhar. Só assim poderemos passar de uma educação ainda centrada no aprender a ter, para a concretização da divisa educativa, tão cara aos fundadores da educação permanente, de aprender a ser.
Idem, ibidem.
Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.
Mais do que um foco reativo-adaptativo, a educação deve primar pelo desenvolvimento de atitudes que proporcionem a antecipação de mudanças.
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Como escreveu M. Finger (1989), urge encontrar uma saída que só pode ser coletiva e exige uma aprendizagem social. A educação, entendida como um processo permanente e difuso em toda a vida social, tem um papel central a desempenhar na pesquisa e construção dessa saída coletiva, na definição de valores de solidariedade como suporte da nossa vida coletiva, na recriação de novas formas de articular o aprender, o viver e o trabalhar. Só assim poderemos passar de uma educação ainda centrada no aprender a ter, para a concretização da divisa educativa, tão cara aos fundadores da educação permanente, de aprender a ser.
Idem, ibidem.
Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.
A educação permanente pouco tem a contribuir para o processo de aprendizagem coletiva, essencial ao desenvolvimento de uma sociedade produtiva.
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Como escreveu M. Finger (1989), urge encontrar uma saída que só pode ser coletiva e exige uma aprendizagem social. A educação, entendida como um processo permanente e difuso em toda a vida social, tem um papel central a desempenhar na pesquisa e construção dessa saída coletiva, na definição de valores de solidariedade como suporte da nossa vida coletiva, na recriação de novas formas de articular o aprender, o viver e o trabalhar. Só assim poderemos passar de uma educação ainda centrada no aprender a ter, para a concretização da divisa educativa, tão cara aos fundadores da educação permanente, de aprender a ser.
Idem, ibidem.
Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.
A educação, para atender aos seus principais propósitos, deve extrapolar o nível dos indivíduos, devendo seus efeitos repercutir no nível coletivo.
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Pensar o papel e a contribuição da educação para a melhoria global e qualitativa das condições de vida apela a um questionamento crítico de algumas idéias recebidas e que continuam a dominar os discursos e as políticas oficiais. A perspectiva desenvolvimentista, dominante desde os anos 50 do século XX, apresentou a educação como uma condição necessária do crescimento econômico, sendo este a condição necessária da felicidade das nações e dos povos. Mas essa perspectiva está longe de ser tão óbvia e incontestável como nos querem fazer crer. Meio século de progressos de escolarização de massas, de aumento da produtividade e de competição econômica generalizada não conduziram a uma situação brilhante em termos de fome, guerra, destruição ambiental, desemprego, violência urbana, exclusão social. A situação é, neste final de século, bem mais preocupante que há trinta anos. A questão do desenvolvimento não é hoje um problema de eficácia econômica, antes nos confronta com um problema civilizacional que recoloca no centro do debate as questões da distribuição das riquezas, a redução e transformação do trabalho, o desenvolvimento de valores e de práticas sociais que não sejam baseados na competição nem na procura do lucro.
Rui Canário. Educação e perspectivas de desenvolvimento do interior. Internet:
<http://www.presidenciarepublica.pt>. Acesso em 2/3/2004 (com adaptações).
Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.
A distribuição das riquezas, a redução e transformação do trabalho, bem como o desenvolvimento de valores e de práticas sociais que não se baseiem na competição nem na procura do lucro, ao longo de quase meio século, vêm interferindo negativamente no cumprimento do papel da educação e do desenvolvimento nas sociedades.
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